
Em um mundo que muda o tempo todo, acumular informação não é vantagem. O que diferencia quem avança de quem estagna não é o quanto se sabe, é a capacidade de soltar o que já não cria valor. Desaprender é o primeiro movimento de toda transformação real.

A pergunta não é "como usar IA". É "quem você precisa ser para liderar em um mundo onde a IA existe".
Na DOYA, desenvolvemos essa clareza. Não como resposta pronta. Como processo de desaprendizagem do modelo antigo e construção de um novo sistema pessoal de liderança.
Mais de 27 anos dentro de grandes organizações, consultando sobre cultura, liderança e o que acontece quando o sistema humano de uma empresa trava. Não como observadora, mas como alguém que sentiu, de perto, a resistência à mudança e aprendeu a trabalhar com ela.
Hoje, seu trabalho é provocar líderes a desaprender: reconhecer os padrões que já não criam valor e ter coragem de soltá-los. Cofundadora da DOYA e do podcast Fio de Ariadne.


20 anos entre estratégia de negócios, comunicação e o ambiente de alta pressão das startups SaaS: Gupy, RD Station, NSTECH, entre outras. Quem passa por esse ritmo aprende que tecnologia, sem clareza humana, apenas acelera o caos.
Hoje, Aline conecta a profundidade do desenvolvimento humano e a velocidade da inteligência artificial. Como engenheira de IA, ensina líderes e equipes com fundamentos, estratégias e processos de IA aplicados ao trabalho real. Cofundadora da DOYA e do podcast Fio de Ariadne.
Ana traz a profundidade de quem passou 27 anos observando como organizações aprendem, e travam. Aline traz a velocidade de quem viveu a transformação acontecendo em tempo real. O que une as duas não é a metodologia. É a crença de que mudança real começa por soltar algo, não por acrescentar.